AZEITES DE ABACATE

SAFRA 2020

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AZEITE DE ABACATE

Azeite de abacate 100% avocado: o puro azeite de abacate; seu sabor, embora mais neutro, evoca cogumelos e defumados. Ideais para uso em molhos, emulsões e para realçar o sabor de alimentos.

AZEITE DE ABACATE AROMATIZADO COM LIMÃO SICILIANO

Condimento à base de azeite de abacate e limão siciliano: é preparado com o azeite 100% avocado e cascas de limão siciliano; ideal para a finalização de peixes e carnes brancas, bem como para saladas.

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UM AZEITE COM A CARA DO BRASIL

Todos os azeites de OLIQ harmonizam com o Brasil.

Mas existe um tipo que é a cara dos brasileiros: o produzido com os frutos do abacate. Afinal, que casa, que sítio, que quintal não tem um abacateiro?

Esse azeite é feito do mesmo modo que o de oliva. Todos são feitos a partir do suco das frutas. Depois se separam o óleo presente nesse suco – pois são frutas que possuem alto teor de gordura – do restante (polpa e água). É só isso, pois uma das características que definem o que é azeite é esse processo de extração que em nenhum produto químico entra.

Os azeites de abacate são mais neutros, embora tenham um sabor que lembra o de cogumelos defumados. É excelente para realçar o sabor dos mais diferentes pratos.

QUAL A HISTÓRIA DESTE AZEITE?

Ao que tudo indica, foram os neozelandeses que iniciaram a produção de azeite de abacate. Hoje, o Chile se destaca como um dos maiores produtores e exportadores, para os EUA e para a Europa.

Como a safra do azeite de oliva é anual, todo o maquinário tende a ficar sem uso no restante do ano. É por essa razão, dentre outras, que os produtores chilenos passaram a extrair esse azeite: é, assim como aqui, uma fruta que produz em abundância e cuja extração, no caso brasileiro, se faz justamente a partir do segundo semestre do ano, enquanto a safra de oliveiras ocorre nos três a quatro primeiros meses do ano.

AZEITE DE ABACATE: UM ALIMENTO SAUDÁVEL

O consumo de azeite de abacate está associado a uma expressiva redução de glicemia, colesterol total, LDL-colesterol, triglicérides. Está também associado a uma melhoria das taxas de insulina, bem como a uma diminuição dos riscos de aterosclerose.

Num experimento com seres humanos que consumiam o azeite, pela manhã, no lugar da manteiga, esses resultados se mostraram significativas. Trata-se de pesquisa realizada por Cibele Priscila Busch Furlan, desenvolvida junto à Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Unicamp e concluída na Universidade de Lund, na Suécia. No trabalho também se encontra uma revisão da literatura a respeito dos benefícios dos azeites.

MAS AZEITE NÃO É DE AZEITONA?

Como Portugal e toda a Península Ibérica foram ocupadas tanto pelos romanos como pelos árabes, nossa língua tem palavras que vêm do latim e do árabe. Pelo árabe, temos as palavras azeite e azeitona; pelo latim, temos os termos óleo, oliva, oliveira, olivicultor. Assim, tanto óleo como azeite designam originalmente o produto feito com azeitonas (ou olivas). Em alguns países, como os de língua castelhana, se usa azeite para tudo: até para o óleo de carro – é o “aceite de coche”.

No Brasil, o termo azeite se consagrou apenas para os óleos de oliva e para o de dendê. Agora é hora de consagrar outro uso: azeite de abacate. Segundo consultores do Departamento de Óleos e Gorduras da Unicamp, os óleos extraídos de frutas devem ser denominados “azeites”; os de grãos, óleos; os animais, enfim, “gorduras”. Pela legislação brasileira, além disso, aqueles óleos extraídos apenas por processos mecânicos são os “azeites”. Aqueles que são refinados ou são submetidos à ação de processos químicos na extração são os óleos. Feito com fruta, por processos mecânicos, extraído do suco da fruta, esse azeite de abacate merece seu nome.

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